Empatia: a importância de pensarmos uns nos outros

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O mundo precisa de mais amor, por favor. Também precisa de respeito, paz, amizade e companheirismo. Mas precisa, principalmente, de pessoas que pensem umas nas outras para que possamos viver em ambientes mais harmoniosos, e derrubar as barreiras que nos impedem de fazer um contato direto e mais espontâneo com o próximo. E para que isso se torne realidade, é necessário incluir em nossas atividades cotidianas a prática da empatia.
Enxergar o estudo, o relacionamento, o casamento de maneira otimista pode transformar o seu cotidiano e atrair resultados surpreendentes. Para criarmos esse novo olhar não precisamos dirigir peças de teatros ou escrever livros, basta exercitar a mente. Se você disser diariamente “eu estou me sentindo bem”, mesmo que não esteja realmente, logo você se sentirá. Se criar o hábito de agradecer pelo dia de trabalho e salientar que ele será agradável mesmo antes de acontecer, então ele será. É tudo uma questão de lei da atração: cada um recebe o que emite para o mundo. Muitas vezes precisamos nos esforçar para ver além daquilo que o nosso olhar alcança. Por isso, é necessário que sejamos sensíveis ao ponto de perceber as graças e boas vibrações que o universo manifesta.

Empatia é uma palavra de origem grega e refere-se a nossa capacidade psicológica de tentar compreender sentimentos e emoções de outro indivíduo. Ou seja, quando vemos uma pessoa passando por dificuldades no trabalho, problemas pessoais ou familiares, precisamos nos colocar no lugar dela, nos imaginar na mesma situação. Não é fácil, claro, mas o resultado é prazeroso.
A empatia leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo – amor e interesse pelo próximo – e à capacidade de ajudar. Além de beneficiar as pessoas que estão ao nosso redor, atraímos melhorias para nós mesmos, pois exige que sejamos receptivos aos outros e, simultaneamente à nossa totalidade interior. Criamos assim a necessidade de estar dispostos a conhecer tanto o outro como a nós mesmos. Isso pode estreitar os nossos relacionamentos e ajuda-nos a desapegarmos da sensação que gera ansiedade e solidão.
Mas claro que, na prática não é tão simples. Para estabelecer novos e bons contatos, precisamos jogar fora pensamentos pré-construídos sobre o jeito de ser do outro. Isso é gerado, principalmente, pelo costume que temos (Sim! Eu e você), de criamos uma imagem de alguém, sem procurar conhecer a pessoa previamente. Assim corremos o risco de cometer equívocos e julgamentos indevidos. Mas se queremos uma vida melhor, precisamos começar por nós mesmos.

“Seja a mudança que você quer ver no mundo!” Mahatma Ghandi

Praticar a empatia nos aproxima dos outros e nos ajuda a reconhecer as diferenças e os pontos que nos unem. É importante lembrar que, isso não significa tornar-se similar ao outro. Mas sim aprendermos a lidar com as nossas diferenças. Em geral temos o hábito de olhar apenas para as nossas necessidades e acabamos nos esquecendo que vivemos cercados por pessoas com diversos planos, objetivos e sentimentos.
Então vamos fazer disso um hábito: reconhecer nossas qualidades, o que não gostamos em nós e o que o outro tem para nos ensinar. Quanto mais soubermos lidar com as nossas vontades e com os desejos alheios, melhor será o ambiente em que convivemos e mais saudável será a nossa rotina. Sem contar, claro, que ainda teremos o privilégio de termos relacionamentos mais saudáveis e agradáveis melhorando nosso convívio pessoal e profissional com outros indivíduos.
Gratidão!

Raquel Rocha
Raquel Rocha
Atual estudante de graduação em Letras e aprendiz de Literatura aos fins de semana. Considera a literatura sua principal forma de expressão e acredita que grandes escritores são capazes de mudar o homem com suas magníficas histórias.

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